Brasília Ambiental amplia contrato com a Funap

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A relação contratual do Brasília Ambiental com a Funap tem mais de uma década. Visa à reeducação e reinserção social/profissional dos sentenciados | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília

O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Cláudio Trinchão, assinou, nesta semana, contrato ampliando o quadro de prestadores de serviços da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap) no órgão ambiental. O objetivo, segundo o gestor, é que esses trabalhadores atuem na manutenção predial e na força-tarefa de recuperação dos parques e Unidades de Conservação.

O contrato antigo previa até 15 reeducandos da Funap trabalhando com o instituto. Já o novo contrato amplia esse número para até 45 reeducandos. “O objetivo do acréscimo é darmos mais efetividade aos trabalhos nas Unidades de Conservação, tanto na manutenção predial como roçagem, apoio nos aceiros, serviços hidráulicos e elétricos, enfim, todo tipo de manutenção necessária a essas unidades”, explica Cláudio Trinchão.

A relação contratual do órgão ambiental com a Funap é histórica e tem mais de uma década. Visa à reeducação e reinserção social/profissional dos sentenciados. Funciona com a definição pelo órgão das suas necessidades e com a tentativa da fundação de selecionar pessoas, no seu banco de dados, com o perfil mais próximo possível do solicitado.

O chefe da Assessoria Técnica da Administração Geral do Instituto, Rogério de Castro, esclarece que esses trabalhadores poderão atuar também nos serviços auxiliares administrativos, de recepção, copa e serviços gerais na sede. A lotação é sempre designada pela Comissão Executora do contrato. “Temos consciência de que não é uma mão de obra especializada, mas podemos encontrar pessoas que têm alguma qualificação e que consigamos capacitá-los para alguma atividade”, afirmou.

Resultados positivos

Segundo o Brasília Ambiental, a parceria é considerada um sucesso. O contrato tem dado resultados positivos para ambos os lados. A força de trabalho da Funap sempre foi muito importante para a autarquia. Há históricos de reeducandos que foram bem capacitados, durante o período do contrato e que chegaram a ser contratados por pessoas que trabalhavam naquela área em que estavam atuando no órgão. “Lembro-me de um que foi muito capacitado para trabalhar como eletricista e bombeiro hidráulico, sendo contratado. Temos alguns bons exemplos de reinserção social e profissional”, destaca Castro.

*Com informações do Instituto Brasília Ambiental